Tendências de RH para 2026: o que o relatório da GPTW nos ensina sobre o futuro da gestão de pessoas

O relatório GPTW 2026 revela que capacitar líderes é o maior desafio do ano. Com foco em saúde mental estratégica e retenção de talentos, o T&D assume papel central usando plataformas LMS para escalar soluções e resultados.

06/02/2026
15 min

O ano de 2026 chegou com um cenário curioso para o mercado de trabalho. De um lado, o otimismo ainda impera, com 63,4% das empresas confiantes nas oportunidades de negócio.

Do outro, a incerteza cresceu e pede cautela. É nesse equilíbrio delicado que os times de Recursos Humanos precisam atuar, equilibrando prudência e ação rápida.

A 8ª edição do relatório Tendências em Gestão de Pessoas, elaborada pela Great Place To Work (GPTW), traz um raio-x profundo desse momento.

Mais do que números, o estudo revela uma mudança clara de rota: se antes a saúde mental e a comunicação interna dominavam as pautas, agora os holofotes se voltam para quem está no comando e para a tecnologia que permeia essas relações.

Para quem atua com Treinamento e Desenvolvimento (T&D), entender esses movimentos faz toda a diferença na definição de estratégias.

Vamos mergulhar nos principais insights do material e entender como a tecnologia, especificamente um LMS (Learning Management System), pode ser o grande facilitador dessas transformações.

O grande desafio de 2026: capacitar a liderança

Pela primeira vez na série histórica do estudo, um tema desbancou todos os outros e assumiu o topo do ranking de dificuldades. O principal desafio das organizações em 2025 foi o desenvolvimento e a capacitação da liderança, citado por 43,9% dos respondentes.

Não é coincidência que esse tema também apareça como a prioridade número um para 2026. Mais da metade das empresas (57,4%) colocou o desenvolvimento de líderes como seu foco principal.

O mercado busca gestores que consigam entregar resultados consistentes, mas que não abram mão da empatia — uma habilidade que, embora tenha caído para o quarto lugar na lista de desejos, continua essencial para sustentar o clima organizacional.

Como a tecnologia apoia esse movimento

Treinar líderes presencialmente é incrível, mas nem sempre escalável. Quando a prioridade é capacitar gestores em diferentes unidades ou com agendas lotadas, uma plataforma LMS como a Twygo se torna uma aliada poderosa.

Imagine criar trilhas de aprendizagem específicas para “Liderança Ágil” ou “Gestão de Conflitos”. Com um LMS, é possível disponibilizar pílulas de conhecimento, vídeos curtos e materiais de apoio que o líder consome no seu próprio tempo.

Dessa forma, a empresa garante que o desenvolvimento seja contínuo e não apenas um evento isolado no calendário.

Infográfico com as principais prioridades da gestão de pessoas em 2026, destacando desenvolvimento, cultura organizacional e engajamento.
Fonte: reprodução / Relatório GPTW 2026

Além da liderança: o que mais tira o sono do RH em 2026?

Embora a capacitação de gestores tenha roubado a cena como o grande protagonista das dores organizacionais, o relatório GPTW 2026 revela um ecossistema de desafios complexos. O RH não está lutando apenas em uma frente, mas equilibrando diversos pratos simultaneamente.

Olhar para o ranking completo dos desafios ajuda a entender onde o “calcanhar de Aquiles” das empresas está localizado. Logo após a liderança, temos uma sequência de obstáculos que exigem estratégia rápida:

  • Contratação de pessoas com qualificação (42,9%): praticamente empatado com o primeiro lugar, esse dado grita a escassez de talentos técnicos prontos no mercado;
  • Comunicação interna (28,2%): um desafio perene que volta a crescer, mostrando que, no modelo híbrido, a informação ainda se perde ou chega com ruído;
  • Engajamento e comprometimento (28,2%): empatado com comunicação, reflete a dificuldade de manter as pessoas conectadas ao propósito da empresa a longo prazo;
  • Transformação da cultura organizacional (23,6%): mudar a forma como as coisas são feitas continua sendo uma tarefa árdua e lenta.

Conectando os pontos com a educação corporativa

Ao analisarmos essa lista, percebemos um padrão: quase todos esses problemas são, na essência, problemas de educação e alinhamento. E é aqui que um LMS robusto deixa de ser um “luxo” para virar ferramenta de sobrevivência.

Para o desafio da contratação, a resposta é a criação de academias internas. Se o mercado não entrega o profissional pronto, a empresa usa a plataforma para formá-lo em tempo recorde.

O upskilling (aprimoramento) e o reskilling (requalificação) deixam de ser tendências bonitas para virarem estratégias de sobrevivência.

Aqui, a educação corporativa assume um protagonismo estratégico:

  • Programas de onboarding estruturados aceleram a produtividade de quem chega;
  • Trilhas de carreira retêm talentos que buscam crescimento;
  • Cursos técnicos internos suprem a falta de mão de obra especializada.

Já para a comunicação interna e a cultura, a plataforma de aprendizagem funciona como o canal oficial da verdade.

Em vez de depender de emails que muitas vezes passam despercebidos ou de reuniões que poderiam ser avisos, a empresa consolida seus rituais, manifestos culturais e comunicados importantes dentro do ambiente de aprendizagem, garantindo que a mensagem chegue a todos, sem distorções, e reforçando o alinhamento cultural diariamente.

O papel da Inteligência Artificial na qualificação

Tabela de prioridades por estado brasileiro, destacando as posições de diferentes estados em relação a tópicos como desenvolvimento de lideranças, cultura organizacional, saúde mental e inteligência artificial.
Fonte: reprodução / Relatório GPTW 2026

Um dado que chama a atenção no relatório é o descompasso na percepção sobre IA.

Enquanto o tema ganha tração como desafio (10,3%) e prioridade (18,7%), a “familiaridade com Inteligência Artificial” ainda aparece timidamente na 8ª posição das habilidades mais desejadas, citada por apenas 15,2% das empresas no Brasil.

Curiosamente, na América Latina, esse número é bem maior: 22,9%.

Isso acende um alerta: as empresas sabem que a IA é importante, mas ainda não estão priorizando o letramento digital de seus times na velocidade necessária.

O risco aqui é criar um abismo técnico dentro da própria organização. E esse dado bate com diversos outros estudos realizados pelo mundo.

A solução passa por desmistificar a tecnologia. Utilizar o LMS para criar cursos introdutórios sobre ferramentas de IA generativa pode ajudar a capacitar o time, além de posicionar a empresa como inovadora.

Além disso, a própria plataforma de ensino pode utilizar IA para criar treinamentos com mais agilidade e recomendar conteúdos personalizados, tornando a jornada de aprendizado mais aderente.

Turnover: a estabilidade aparente e o perigo real

Mapa do Brasil destacando estados com dificuldade para preencher vagas de emprego no estado brasileiro, com porcentagens variadas de impacto neste problema.
Fonte: reprodução / Relatório GPTW 2026

Ao olharmos rapidamente para o ranking dos desafios de 2025, podemos ter a falsa impressão de que o turnover deixou de ser um problema.

A “redução da rotatividade de pessoal” aparece apenas na 6ª posição, citada por 15,9% das empresas — um número estável em relação à edição anterior.

No entanto, a leitura fria desse dado esconde uma armadilha perigosa.

O verdadeiro risco do turnover em 2026 não está apenas na saída do colaborador, mas na imensa dificuldade de reposição.

Lembra que 61,4% das companhias relataram problemas para preencher vagas? O cálculo é simples: se perder alguém já era ruim, agora custa muito mais caro e demora muito mais tempo para repor.

O relatório GPTW 2026 aponta que a retenção está diretamente ligada à percepção de crescimento. Profissionais que não enxergam futuro, saem. É aqui que um LMS bem estruturado atua como uma barreira contra a evasão de talentos:

  • Onboarding que encanta: os primeiros 90 dias são críticos para a retenção. Usar a plataforma para criar uma jornada de boas-vindas acolhedora e clara reduz drasticamente o turnover precoce;
  • Sensação de investimento: quando a empresa oferece trilhas de aprendizagem contínuas na Twygo, o colaborador percebe que a organização aposta na sua carreira, aumentando o vínculo emocional e profissional;
  • Clareza de papéis: muitas demissões ocorrem por falta de alinhamento técnico. Treinamentos acessíveis garantem que todos saibam exatamente o que se espera deles.

Portanto, mesmo que o turnover não seja a dor número um da sua planilha hoje, ele deve ser vigiado de perto.

Em um mercado onde encontrar talentos prontos é quase impossível, “fidelizar” quem já está dentro de casa através da educação é a estratégia mais inteligente e econômica.

Saúde mental: saiu da emergência, entrou na estratégia

Gráfico comparativo de impacto das políticas de saúde mental nas empresas entre 2025 e 2026, destacando a redução do impacto negativo e aumento na implementação de lideranças e suporte.
Fonte: reprodução / Relatório GPTW 2026

Quem olha apenas o ranking geral dos desafios pode se assustar: a saúde mental, que ocupou o topo das preocupações em 2023 e 2024, caiu para a 7ª posição na lista de desafios de 2025 (citada por 13,6%) e para o 6º lugar nas prioridades de 2026 (19,3%).

Mas cuidado com a leitura superficial. Essa queda não significa que o tema perdeu importância — 98,1% das empresas continuam afirmando que ele é relevante.

O que os dados do relatório GPTW 2026 nos mostram é um sinal de maturidade organizacional. O assunto deixou de ser um “incêndio” a ser apagado às pressas e foi incorporado aos processos estruturados da empresa.

Dois dados confirmam essa tese de profissionalização:

  • Mais dinheiro na mesa: em um ano de restrições, 29% das empresas afirmaram que aumentaram o orçamento para saúde mental. Isso é mais do que o dobro do investimento visto em outras áreas sociais;
  • Foco na liderança: a ação prática que mais cresceu foi o “treinamento de lideranças para identificar sinais de questões emocionais”, saltando de 15% para 22%. As empresas entenderam que não adianta oferecer terapia se o gestor continua tóxico.

O LMS como ferramenta de acolhimento e compliance

Com a entrada em vigor de normas como a atualização NR-1, que exige o gerenciamento de riscos psicossociais, o T&D ganha uma responsabilidade legal, além da moral. É aqui que a tecnologia da Twygo transforma a intenção em gestão eficiente:

Primeiro, pela segurança jurídica. Centralizar os treinamentos obrigatórios sobre assédio, burnout e segurança psicológica no LMS garante o registro de que 100% da equipe foi orientada, protegendo a empresa e o colaborador.

Segundo, pelo respeito ao tempo. O relatório aponta o “direito à desconexão” como um debate crescente. Utilizar uma plataforma de ensino assíncrona permite que o colaborador se capacite no seu melhor momento, sem a necessidade de reuniões síncronas exaustivas que invadem a agenda e geram ansiedade.

Por fim, a formação de guardiões. Criar trilhas específicas para líderes na plataforma, ensinando-os a ter escuta ativa e a identificar mudanças de comportamento na equipe, é a estratégia mais escalável para criar um ambiente psicologicamente seguro.

O “novo normal” dos afastamentos: a ansiedade no topo, infelizmente

Quando olhamos para a saúde mental sob a ótica da produtividade, o relatório de 2026 nos dá um banho de realidade. Embora os números de afastamentos tenham apresentado uma “estabilidade”, ela não é confortável.

Em 2026, 32,3% das empresas ainda registraram aumento no número de licenças médicas por questões emocionais.

O grande vilão continua sendo o transtorno de ansiedade, responsável por 62,3% dos casos de afastamento. Esse dado é um reflexo direto de um ambiente de trabalho marcado pela incerteza, pressão por resultados rápidos e sobrecarga.

Em segundo lugar, aparece a Síndrome de Burnout (exaustão) com 19,9%, seguida pela depressão com 13,7%.

O que isso significa para o T&D e o RH?

Que não podemos mais tratar o afastamento apenas como um “acidente”. Se a ansiedade é a causa número um, a cura preventiva está na previsibilidade e segurança psicológica.

É preciso treinar gestores tanto para “acolher” quanto para desenhar processos de trabalho que não adoeçam a equipe.

Além disso, o relatório mostra que o treinamento de lideranças para identificar sinais precoces cresceu (de 15% para 22%), uma resposta direta à NR-1.

Usar o LMS para oferecer conteúdos sobre “Gestão do Tempo e Ansiedade” ou “Comunicação Não-Violenta” pode ser a vacina que sua empresa precisa para evitar que talentos entrem nessa estatística de afastamento.

Engajamento: o desafio de reconectar pessoas e propósito

Gráfico de engajamento dos funcionários em empresas, mostrando porcentagens de níveis de engajamento em certificados e não certificados, com destaque para engajados e altamente engajados.
Fonte: reprodução / Relatório GPTW 2026

Se a liderança é a cabeça da organização, o engajamento é o coração. O relatório GPTW 2026 coloca o “engajamento e comprometimento das pessoas” na terceira posição das prioridades para 2026, citado por 31,2% das empresas. Curiosamente, ele também aparece empatado em terceiro lugar na lista de dores e desafios (28,2%).

Essa “medalha de bronze” dupla diz algo muito importante: todo mundo sabe que precisa engajar, mas pouca gente descobriu a fórmula mágica para manter a chama acesa em um cenário de incertezas e modelos de trabalho híbridos.

E engajamento não significar esperar alguém “vestir a camisa”, porque ele se traduz no pertencimento e conexão com o propósito do negócio.

Muitas vezes, a falta de engajamento nasce da sensação de estagnação. O colaborador sente que não está evoluindo ou que a empresa não se comunica com ele. É aqui que uma plataforma LMS moderna, como a Twygo, deixa de ser apenas um “repositório de cursos” para virar uma ferramenta de conexão:

  • Gamificação estratégica: transformar o aprendizado em uma jornada lúdica, com pontos, medalhas e rankings, desperta uma competição saudável e aumenta a participação voluntária nos treinamentos;
  • Comunicação fluida: o LMS pode funcionar como um hub de novidades, onde a empresa divulga não só cursos, mas conquistas e manifestos culturais, mantendo todos na mesma página;
  • Autonomia gera interesse: permitir que o colaborador escolha parte da sua trilha de aprendizado (self-learning) dá a ele o controle da própria carreira, um fator comprovado de aumento no engajamento.

Conflito de gerações: a Geração Z pede passagem

Outro ponto de atenção trazido pelo relatório é a dificuldade em lidar com diferentes gerações, apontada por 56,2% das empresas (um aumento em relação aos anos anteriores).

A Geração Z (15 a 29 anos) traz um paradoxo interessante: é o grupo mais otimista com o futuro (71,9%), mas também o que apresenta a maior taxa de pessimismo polarizado (3,1%).

Engajar essa geração exige uma nova abordagem de T&D. Conteúdos longos e estáticos não funcionam. A Geração Z demanda agilidade, mobile learning e formatos interativos.

Dica: com a Twygo, é possível entregar treinamentos gamificados e compatíveis com dispositivos móveis, falando a língua desse público que já representa uma fatia enorme da força de trabalho.

O desafio de D&I mudou: de “engajar” para “convencer” a liderança

Gráfico comparando a presença de departamentos de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) nas empresas em 2025 e 2026, mostrando aumento na implementação e na presença de DE&I.
Fonte: reprodução / Relatório GPTW 2026

Uma revelação do relatório de 2026 da GPTW está na mudança de tom sobre os obstáculos de Diversidade e Inclusão. Ao olharmos a série histórica dos últimos anos (2023-2026), percebemos uma evolução preocupante na relação com a alta gestão.

De 2023 a 2025, o principal desafio apontado pelas empresas era “engajar a liderança”. Ou seja, o foco estava em trazer os líderes para jogarem juntos. Agora, em 2026, a barreira subiu: o maior desafio passou a ser “convencer a alta liderança de que a pauta ainda é relevante”.

Essa sutileza nas palavras esconde um problema real: a pauta de D&I corre o risco de perder legitimidade estratégica e ser vista como “assunto resolvido” ou “secundário” diante de outras pressões. E esse é um movimento que já se observa em empresas fora do Brasil.

A tabela de desafios de 2026 traz ainda outros três pontos que completam o cenário de dificuldades:

  • Capacitar as pessoas da empresa sobre temas de D&I (2º lugar);
  • Encontrar talentos de grupos minorizados (3º lugar);
  • Tornar os processos de recrutamento e seleção mais inclusivos (4º lugar).

Como o T&D pode reverter esse cenário?

Se o desafio agora é “convencer” e “capacitar”, os argumentos precisam ser baseados em dados e educação contínua. Além de sensibilizar, é necessário provar valor e educar a base para sustentar a cultura.

Uma plataforma LMS como a Twygo atua diretamente nesses gargalos de três formas estratégicas:

  1. Educação para a liderança (com dados): criar trilhas exclusivas para gestores que conectem D&I a resultados de negócio (inovação, retenção, clima). Com o LMS, você consegue rastrear quem fez o treinamento e correlacionar com as equipes que têm melhores índices de clima, gerando argumentos numéricos para “convencer” a diretoria;
  2. Escala na capacitação: o segundo maior desafio é capacitar a empresa toda e sabemos que treinamentos presenciais podem ser caros e lentos. Levar o letramento de D&I para o digital garante que 100% da força de trabalho tenha acesso ao mesmo nível de informação sobre viés inconsciente e respeito, sem estourar o orçamento;
  3. Acolhimento no recrutamento: para apoiar o desafio de tornar a seleção mais inclusiva, o LMS pode abrigar cursos preparatórios gratuitos para candidatos de grupos minorizados, ou trilhas de onboarding específicas que aceleram a adaptação e o sentimento de pertencimento desses novos talentos.

Em 2026, a diversidade não aceita mais amadorismo. Ou a empresa educa de forma estruturada, ou a pauta corre o risco de ser esquecida na mesa da diretoria.

ESG: menos prioridade, mas mais estratégico?

Um dos dados mais intrigantes do relatório é a queda contínua do interesse pelo ESG (Environmental, Social and Governance — ou Ambiental, Social e Governança, em português) como prioridade de gestão.

Desde 2021, o tema vem perdendo fôlego: se naquele ano 19% das empresas o consideravam prioritário, em 2026 esse número despencou para apenas 5,8%.

Mas não se engane. Essa queda de “prioridade declarada” não significa que o ESG morreu. Pelo contrário, ele está sendo absorvido pela estratégia de negócio, o que é um sinal de amadurecimento, mas também de risco se não houver intencionalidade.

Os principais dados que você precisa conhecer:

  • O obstáculo mudou: até o ano passado, a falta de conhecimento era a maior barreira. Em 2026, a “restrição orçamentária” assumiu a liderança (28,1%), indicando que as empresas sabem o que fazer, mas não têm verba para executar;
  • Foco na longevidade: apesar da queda na prioridade do dia a dia, 42,5% das empresas brasileiras acreditam que a sustentabilidade é necessária para a longevidade do negócio. No Agronegócio, esse número salta para 56,7%;
  • Governança lidera: no Brasil, o pilar “G” (Governança) é o mais forte, citado por 25,9% das empresas, seguido de perto pelo “S” (Social) com 24%. O Ambiental ainda engatinha, sendo o foco principal de apenas 17% das companhias.

Com o orçamento sendo o maior vilão, a criatividade precisa entrar em campo. O LMS surge como a ferramenta de melhor custo-benefício para manter a agenda ESG viva sem grandes investimentos externos:

  1. Governança e compliance: o LMS é o canal oficial para treinamentos obrigatórios de ética, conduta e LGPD. Além de entregar o conteúdo, a plataforma gera as evidências de que a empresa treinou 100% da base — um ativo valioso para auditorias.
  2. Social e comunidade: se o pilar Social é forte no Brasil, use a plataforma para engajar colaboradores em ações de voluntariado ou para democratizar o acesso a cursos de idiomas e finanças pessoais, impactando positivamente a vida das famílias dos funcionários.
  3. Ambiental sem papel: a própria digitalização do treinamento (menos apostilas, menos deslocamento para salas de aula) já é uma ação de redução da pegada de carbono que pode ser mensurada e divulgada nos relatórios de sustentabilidade.

O ESG pode ter saído dos holofotes das “tendências da moda”, mas ele precisa continuar rodando nos bastidores para garantir que a empresa chegue viva e saudável na próxima década.

Um olhar para o futuro

O relatório da GPTW para 2026 nos mostra que a gestão de pessoas está se tornando cada vez mais intencional e não há mais espaço para ações soltas.

O investimento em liderança, a aposta na qualificação interna e o cuidado preventivo com a saúde mental exigem organização e ferramentas adequadas.

Para os profissionais de T&D, o recado é claro: a tecnologia não substitui o calor humano, mas ela é a ponte que permite levar o desenvolvimento para todos, de forma democrática, organizada e eficiente.

Seja para formar o líder do futuro ou para acolher o novo estagiário, contar com uma plataforma robusta e amigável faz toda a diferença nessa jornada.

Que tal você conhecer mais sobre a Twygo?

A Twygo é uma plataforma LMS na nuvem que oferece controle de treinamentos, facilidade na execução de capacitações e geração de insights para o desenvolvimento de pessoas.

  • A Twygo é fácil de usar e vem 100% pronta para utilização desde o primeiro dia (você não vai precisar de socorro do time de TI);
  • Você tem acesso a Soph.ia, com recursos de IA para criar cursos narrados em vídeo;
  • Conheça o Agente de Atendimento, um agente de IA para tirar dúvidas sobre os conteúdos da sua empresa;
  • Automatizar tarefas e lembretes para reforçar o engajamento;
  • Você pode adaptar o visual do ambiente de aprendizagem com a cara da sua marca;
  • Oferecemos dashboards e relatórios para análises consistentes;
  • Temos recursos para criar quiz e de gamificação para aumentar o engajamento;
  • Emissão automática de certificados após a conclusão dos cursos;
  • Contamos com uma equipe de especialistas preparados para resolver seus problemas;
  • Caso você queira migrar de um LMS para a Twygo, temos suporte para você trazer os dados históricos de cursos e treinamentos anteriores;
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