Mais de 200 estatísticas de RH e T&D para guiar suas estratégias em 2026
Contra dados, não há argumentos! Preparamos um compilado de dados e estatísticas de RH e T&D para guiar seu planejamento em 2026.
Este guia reúne mais de 200 estatísticas de RH e T&D com fontes identificadas, organizadas por tema para facilitar benchmarking, diagnóstico e tomada de decisão estratégica. Os dados cobrem planejamento de workforce, treinamento corporativo, adoção de IA no RH, upskilling, retenção de talentos, engajamento, LMS, compliance e liderança — com fontes globais e brasileiras publicadas entre 2024 e 2026.
As fontes incluem o HR Monitor 2026 da McKinsey & Company — pesquisa realizada em janeiro de 2026 com mais de 1.300 profissionais de RH e 5.500 colaboradores em dez países —, o LinkedIn Workplace Learning Report 2025, o Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025, o Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026, ATD, Gallup, Deloitte e outros estudos referenciados. Cada estatística inclui a fonte original para verificação direta.
Estatísticas gerais de RH para saber em 2026
- De acordo com a HR.com’s Future of HR Skills and Strategies 2025), 44% dos profissionais de RH afirmam que o RH é parceiro igualitário no planejamento estratégico da organização;
- Dados da Multirater Surveys mostram que 79% dos profissionais de RH dizem que mais de 51% de sua semana de trabalho é dedicada a atividades transacionais, em vez de estratégicas;
- 49% dos líderes de RH afirmam que suas empresas não têm as habilidades certas para executar suas estratégias de negócios. (LinkedIn Workplace Learning Report 2025)
- 62% dos profissionais de RH afirmam que o departamento faz bem ou muito bem em maximizar a experiência do colaborador. (Multirater Surveys)
- 38% dizem que o RH faz bem ou muito bem em maximizar a performance dos colaboradores. (Multirater Surveys)
- 46% acreditam que o RH atende bem às necessidades estratégicas da organização do ponto de vista dos líderes executivos; 38% do ponto de vista dos colaboradores. (Multirater Surveys)
- 37% indicam que o RH é eficaz em planejar o futuro de dois anos. (Multirater Surveys)
- 74% dos respondentes trabalham em organizações de médio e grande porte (mais de 100 funcionários). (Multirater Surveys)
- Apenas 27% dos colaboradores concordam fortemente que o feedback que recebem os ajuda a fazer um trabalho melhor. (Gallup)
- IA e tecnologia de RH são vistos como fontes de melhoria em: automação (57%), análise de dados (49%), aumento da produtividade (45%), personalização da experiência (37%) e aprendizagem e desenvolvimento (36%). (HR.com)
- 53% das organizações estão focadas em desenvolver soft skills, com crescente atenção a empatia, comunicação eficaz, colaboração e pensamento crítico. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- 62% dos profissionais de RH indicam que sua organização realiza planejamento de workforce em nível global — mas apenas 11% conduzem planejamento estratégico de longo prazo, definido como projeção de necessidades com horizonte de três anos ou mais. Quase dois terços foca em horizonte de até 12 meses. (62% dos profissionais de RH indicam que sua organização realiza planejamento de workforce em nível global — mas apenas 11% conduzem planejamento estratégico de longo prazo com horizonte de três anos ou mais. Quase dois terços foca em horizonte de até 12 meses. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 46% das organizações ainda planejam workforce no nível de cargos e posições específicas; apenas 22% adotam abordagem baseada em competências. Apenas 57% das empresas que possuem uma taxonomia de habilidades a utilizam de forma integrada ao planejamento de workforce. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- O tempo mediano de contratação — da aprovação da vaga à aceitação da oferta — é de 70 dias globalmente; organizações do primeiro quartil concluem o processo em 49 dias. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 32% dos profissionais de RH ainda operam primariamente sob o modelo de três pilares de Ulrich; 34% operam sob modelo ao menos parcialmente ágil; apenas 15% reportam modelo fortemente orientado por tecnologia e automação. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- A rotatividade voluntária global caiu para 4%, queda de dois pontos percentuais em relação ao ano anterior. Apenas 17% dos colaboradores planejam trocar de emprego nos próximos seis meses, queda de seis pontos percentuais em relação ao ano anterior. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- A McKinsey estima que dois terços das tarefas atuais de RH podem ser automatizadas. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Organizações do S&P 500 que maximizam o retorno sobre o talento geram 300% mais receita por colaborador em comparação com a empresa mediana. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Trabalhar remotamente é não negociável para 39% dos trabalhadores; 37% considerariam pedir demissão se fossem forçados a passar mais tempo no escritório. (Randstad Workmonitor)
- 41% priorizam horários flexíveis mais do que trabalho remoto (37%); 46% da Geração Z e 51% dos millennials priorizam horários flexíveis ao procurar um novo emprego. (Randstad Workmonitor)
- 37% dos trabalhadores mudaram de casa ou adotaram um pet assumindo que o home office permaneceria; 41% dizem que seus empregadores ficaram mais rígidos quanto à presença no escritório. (Randstad Workmonitor)
- HR strategy leaders (organizações com RH mais eficaz) são quase 7 vezes mais propensas a dedicar tempo a planejamento estratégico, mais de 2 vezes mais propensas a ser parceiras igualitárias no planejamento e mais de 2 vezes mais propensas a considerar a contribuição do RH como altamente eficaz para a estratégia. (Multirater Surveys);
- De acordo com dado da SHRM, Society for Human Resource Management, estima-se que substituir um colaborador custa entre 50% e 200% do seu salário anual, de acordo com o nível de senioridade e especialização;
- Sobre onboarding mal feito, 44% dos respondentes dizem se arrependeram ou pensaram duas vezes sobre a oferta de emprego ainda na primeira semana, de acordo com pesquisa da BambooHR;
- Sobre onboadring, 70% dos novos contratados decidem se o novo emprego é o ideal para eles no primeiro mês, sendo que 29% já sabem disso na primeira semana BambooHR;
- Empresas com programas estruturados de onboarding melhoram a retenção de novos colaboradores em 82% e a produtividade em mais de 70%, segundo dados do Brandon Hall Group;
- De acordo com a BambooHR, as principais frustrações dos funcionários com o processo de integração incluem a falta de clareza sobre quem pode responder às perguntas (65%), treinamento inadequado sobre os produtos e serviços da empresa (62%) e problemas com a tecnologia (51%);
- Segundo dados da Gallup, empresas com funcionários altamente engajados apresentam 18% maior produtividade, 23% maior rentabilidade, 78% redução do absenteísmo e 21% menor rotatividade;
- A Pesquisa da Gallup aponta que funcionários de alto desempenho buscam continuamente propósito e desenvolvimento — e organizações altamente produtivas investem em seus funcionários por meio de desenvolvimento contínuo;
- Pesquisa da Fundação Dom Cabral revelou que 28% das empresas conduzem seu processo de integração em apenas um a três dias.
Estatísticas gerais de treinamento de colaboradores para saber em 2026
- Em 2025, 89% das empresas brasileiras têm um orçamento anual definido para T&D. O investimento médio por colaborador é de R$ 1.199, com variação significativa entre setores. (Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026)
- A média de horas de treinamento por colaborador no Brasil é de 26 horas anuais, com crescimento contínuo em 2025. (Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026)
- Organizações com programas formais de treinamento apresentam 218% mais receita por colaborador do que aquelas sem estratégia estruturada de capacitação. (ATD)
- Apenas 21% avaliam a qualidade de seus programas de L&D como alta (nota 8 ou superior em 10), enquanto 56% dão nota 6 ou inferior. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- 32% afirmam que os colaboradores têm tempo dedicado para aprendizagem; 30% dizem que os colaboradores estão satisfeitos com a cultura de aprendizagem da organização. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- 93% dos colaboradores afirmam que programas de treinamento bem planejados aumentam seu engajamento. (Axonify)
- 60% dos profissionais buscaram treinamento por conta própria no último ano. (EduMe)
- 57% dos colaboradores esperam aprender no formato just-in-time, no momento exato da necessidade; 58% querem aprender no próprio ritmo. (EduMe)
- Conteúdos em vídeo têm probabilidade 95% maior de serem retidos do que textos. (EduMe)
- Pesquisas rápidas (pulse surveys) têm taxa de resposta entre 45% e 55% maior do que pesquisas tradicionais. (EduMe)
- 90% dos profissionais reconhecem que dados de qualidade são essenciais para melhorar a entrega de aprendizado. (EduMe)
- 33% dos profissionais receberam menos de 1 hora de treinamento para usar um novo software; 78% dizem não dominar as ferramentas que utilizam; 84% afirmam que há funcionalidades de software que não sabem usar corretamente. (Whatfix)
- Empresas de grande porte investem, em média, US$ 16,1 milhões por ano em treinamento. (TrainingMag)
- O gasto médio por colaborador com treinamento (fora do Brasil) foi de US$ 1.111; o custo médio para treinar um novo contratado é de cerca de US$ 4.100. (SHRM)
- 92% concordam que os funcionários querem desenvolver suas habilidades, mas muitas organizações ainda não apoiam isso de forma eficaz. (Eightfold)
- 79% dizem que os colaboradores frequentemente ensinam uns aos outros habilidades no trabalho. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- 52% afirmam que há caminhos de aprendizado para crescimento e carreira disponíveis. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- O maior investimento em T&D é direcionado a líderes (51% do orçamento); não líderes recebem 49%. O foco do treinamento de líderes é comportamental; o de não líderes, técnico. (Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026)
- Treinamentos presenciais representam 47% das horas de treinamento no Brasil em 2025; o treinamento online ao vivo representa 33%. (Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026)
- 92% das empresas utilizam indicadores para medir a eficácia de suas ações de treinamento; os principais são clima organizacional (44%) e KPIs de negócio (34%). (Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026)
- O uso de IA em T&D cresceu substancialmente: 69% das empresas usam IA para criar conteúdo de treinamento; 39% usam para criar testes de conhecimento. (Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026)
- 47% das empresas brasileiras controlam os treinamentos via planilhas. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- 30% já utilizam sistemas automatizados, como dashboards e relatórios; 10% fazem acompanhamento por feedbacks individuais. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- 62% das empresas aplicam pesquisas de satisfação após os treinamentos; 32% usam questionários para medir o aprendizado. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- 71% dos respondentes consideram coaching e mentoria métodos eficazes; 59% consideram o aprendizado híbrido (online + presencial) uma das abordagens mais eficazes. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- 24% dos colaboradores globais não participaram de nenhum treinamento nos últimos 12 meses — índice de 35% na Holanda e Alemanha, 31% na França, 25% na Bélgica. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Colaboradores reportam uma média de 3,4 dias de treinamento por ano; profissionais de RH estimam 6,2 dias — quase o dobro. China lidera com 5,0 dias; Alemanha registra os menores índices (2,5 dias). (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 38% dos colaboradores globais estão insatisfeitos ou neutros com as oportunidades de aprendizagem disponíveis; entre trabalhadores do chão de fábrica, esse índice sobe para 46%. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Empresas que combinam gestão de performance eficaz com oportunidades sólidas de desenvolvimento de competências têm quatro vezes mais chances de superar seus concorrentes. (McKinsey)
- L&D leaders são mais de 6 vezes mais propensas a usar métricas de satisfação do aprendiz para medir impacto e mais de 2 vezes mais propensas a usar microlearning e outros métodos de aprendizado diversificados. (Eightfold)
Impacto da IA e tecnologias emergentes no T&D para 2026
- 87% dos respondentes já usam IA no trabalho; apenas 2% não têm planos de adoção. (AI in Learning & Development Report 2026, Synthesia)
- Em termos de ferramentas de IA, o ChatGPT lidera com 74%, seguido pelo Microsoft Copilot (54%), Gemini (39%), NotebookLM (33%), Claude (29%) e Perplexity (25%). (AI in Learning & Development Report 2026, Synthesia)
- Mais de 65% dos respondentes usam IA rotineiramente para criar materiais de aprendizagem. (AI in Learning & Development Report 2026, Synthesia)
- 84% dos times destacam a produção acelerada de conteúdos como o principal benefício da IA, incluindo geração de voz, criação rápida de vídeos e tradução de materiais em larga escala. (AI in Learning & Development Report 2026, Synthesia)
- 40% dos times já usam assistentes de busca e gestão de conhecimento baseados em IA, sinal de que o suporte ao colaborador começa a acontecer fora das trilhas formais de aprendizagem. (AI in Learning & Development Report 2026, Synthesia)
- 47% acreditam que o LMS continuará como espinha dorsal do ecossistema de aprendizagem nos próximos três anos, mesmo com a expansão da IA. (AI in Learning & Development Report 2026, Synthesia)
- 86% dos profissionais de T&D brasileiros afirmaram querer usar IA em seus projetos nos próximos 12 meses. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- 70% dos profissionais de T&D destacam a IA como a tecnologia com maior potencial de impacto positivo. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- 92% das empresas planejam aumentar investimentos em IA nos próximos três anos. (Superagency in the Workplace, McKinsey)
- 42% dos RH já aplicam IA em alguma etapa do ciclo do colaborador. (HR Trends Report for 2025)
- 28% percebem uma substituição parcial das funções de RH pela IA. (Tendências de Gestão de Pessoas 2025, Great Places to Work)
- 59% das empresas ainda não oferecem treinamento sobre IA aos colaboradores. (Tendências de Gestão de Pessoas 2025)
- 55% das empresas já oferecem treinamentos técnicos em IA. (TD.org)
- Simulações com IA aumentam a efetividade e a precisão do treinamento em até 80%. (arXiv)
- Roleplays com IA elevam a confiança dos aprendizes em 275% e aceleram a proficiência em 400%. (TechAcademy)
- 42% dos líderes de T&D dizem que o aprendizado impulsionado por IA é uma das principais tendências para 2025 e 2026. (LearnUpon)
- 43% dos líderes de T&D acreditam que a IA poderá substituir totalmente algumas funções da área. (LearnUpon)
- 30% das equipes de T&D já investiram em tecnologias de aprendizagem baseadas em IA; caminhos de aprendizagem personalizados por IA aumentam a eficiência do aprendizado em 57%. (Continu)
- 91% das empresas planejam aumentar o investimento em IA para T&D até 2026. (ATD)
- 80% das pessoas querem treinamento de habilidades em IA. (LinkedIn)
- 45% dos respondentes esperam que pelo menos 21% dos empregos sejam substancialmente impactados por mudanças tecnológicas ou de mercado nos próximos dois anos. (Eightfold)
- Apenas 1% das empresas considera sua adoção de IA madura. (Superagency in the Workplace, McKinsey)
- Mais de 70% dos funcionários acreditam que, dentro de dois anos, a IA substituirá 30% ou mais do trabalho que realizam hoje. (Superagency in the Workplace, McKinsey)
- 48% dos colaboradores apontam a falta de treinamento como o maior obstáculo para adoção da IA; 47% dos executivos acreditam que suas empresas estão desenvolvendo IA muito devagar, apesar de 69% já investirem há mais de um ano. (Superagency in the Workplace, McKinsey)
- Funcionários usam IA três vezes mais do que os líderes imaginam. (Superagency in the Workplace, McKinsey)
- 71% dos profissionais de T&D estão explorando, experimentando ou integrando IA em seus processos de aprendizado; empresas que combinam IA e desenvolvimento de carreira se destacam na adaptação ao futuro do trabalho. (LinkedIn Workplace Learning Report 2025)
- Apenas 7% das empresas possuem uma estratégia formal de IA no RH. (HR Trends Report for 2025, McLean & Company)
- Empresas estão substituindo avaliações anuais de desempenho por sistemas de feedback em tempo real, impulsionados por IA; funcionários são 3,6 vezes mais propensos a se sentirem motivados quando recebem feedback frequente. (L&D 2025 Trends eBook, Macorva)
- 95% dos gestores estão insatisfeitos com avaliações tradicionais; 90% dos líderes de RH acreditam que elas não produzem informações precisas. (L&D 2025 Trends eBook, Macorva)
- Principais barreiras para adoção da IA no RH: falta de expertise (47%), falta de entendimento sobre os benefícios da IA (45%) e restrições regulatórias e de conformidade (40%). (HR Trends Report for 2025, McLean & Company)
- As empresas têm soluções de IA em operação em apenas 28% dos processos de RH globalmente, com outros 37% em fase piloto. A adoção cresceu apenas de zero a seis pontos percentuais em relação ao ano anterior, dependendo do domínio. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Apenas 25% dos colaboradores europeus receberam treinamento formal em IA generativa; nos EUA, 31%; na China, 49%. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 36% dos colaboradores europeus usam IA diariamente ou várias vezes por semana (+13 pontos percentuais); nos EUA, 47%; na China, 77%. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 71% dos colaboradores globais esperam que a IA impacte seu trabalho nos próximos anos. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- IA agêntica com impacto transformador: 17% dos profissionais de RH na China e 16% nos EUA reportam impacto transformador; Europa ainda está em fase de exploração inicial ou piloto. (HR Monitor 2026, McKinsey)

Estatísticas de RH e T&D focadas em treinamento e retenção de colaboradores para os próximos anos
- 79% dos respondentes acreditam que reter funcionários será mais difícil. (Relatório da Blanchard 2025)
- 94% permaneceriam mais tempo em empresas que investem em seu desenvolvimento. (LinkedIn Learning Report)
- 45% das empresas afirmam que treinamentos para desenvolvimento de soft skills são prioridade. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- 68% dos colaboradores afirmam que T&D é a política mais importante da empresa. (Clear Company)
- 70% considerariam trocar de emprego por uma empresa que investe mais em aprendizagem; 34% dos profissionais que pediram demissão o fizeram por falta de oportunidades de crescimento. (Lorman)
- 90% das empresas apontam o aprendizado como estratégia nº 1 de retenção; 80% dizem que aprender dá mais propósito ao trabalho; 70% afirmam que aumenta o sentimento de conexão com a empresa. (LinkedIn)
- 63% de todas as saídas de colaboradores foram motivadas por fatores preveníveis, como estagnação na carreira, questões de equilíbrio e falhas de gestão; 75% das saídas em 2025 podem ser prevenidas. (Work Institute)
- 40% do turnover ocorre no primeiro ano de emprego, destacando a importância do onboarding de colaboradores; 18% dos funcionários saíram devido à falta de desenvolvimento de carreira. (Work Institute)
- 83% das empresas manterão ou aumentarão os investimentos em aprendizado e desenvolvimento de carreira em 2025; 36% das empresas são consideradas “campeãs do desenvolvimento de carreira”, com programas robustos que impulsionam resultados. (LinkedIn Workplace Learning Report 2025)
- Oportunidade de crescimento é o maior fator de retenção segundo o LinkedIn: funcionários que não veem progresso tendem a sair da empresa. (LinkedIn Workplace Learning Report 2025)
- Remuneração e benefícios saltou para o 1º lugar como fator de retenção em 2026, citado por 52% dos colaboradores — alta de 24 pontos percentuais em relação ao ano anterior, quando estava na 5ª posição. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Demais fatores de retenção em 2026: equilíbrio entre vida pessoal e profissional (46%, +12 pp), segurança no emprego (45%, +6 pp), flexibilidade (33%), relacionamento com colegas (27%, -6 pp). (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 57% dos colaboradores globais não tiveram nenhum aumento salarial nos últimos 12 meses — na Itália, esse índice chega a 75%. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Remuneração e benefícios é o principal fator de retenção em todas as gerações — Gen Z, millennials, Gen X e baby boomers. O propósito do trabalho aparece apenas na sexta posição entre a Geração Z, contrariando narrativas populares no RH. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- As oportunidades de treinamento e desenvolvimento perderam 12 pontos percentuais como fator de atração em relação a 2025. O dado sinaliza que T&D precisa estar conectado a uma proposta de valor tangível para o colaborador — e não tratado como benefício secundário. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Empresas que priorizam desenvolvimento de carreira têm 75% mais confiança na capacidade de atrair talentos, 67% mais confiança na retenção de funcionários qualificados e 42% mais chances de serem líderes na adoção de IA generativa. (LinkedIn Workplace Learning Report 2025)
Estatísticas complementares: engajamento, bem-estar e retenção para 2026
- 48% dos profissionais dizem que a maior dificuldade é fazer com que os colaboradores desejem participar dos treinamentos. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- 52% dos colaboradores não sentem que sua empresa apoia seu crescimento — e quem sente esse apoio tem 3,3 vezes mais chance de permanecer na empresa no próximo ano. (Deloitte)
- 61% dos trabalhadores afirmam que sua empresa demonstra se importar com seu bem-estar; porém apenas metade sente que o trabalho faz bem à saúde mental. (Deloitte)
- 72% dos colaboradores deixariam — ou considerariam deixar — uma empresa para trabalhar em outra percebida como mais inclusiva. (Deloitte Poll)
- Apenas 31% dos trabalhadores estavam engajados nos EUA em 2024 — o menor nível em 10 anos. (Gallup)
- Empresas com equipes altamente engajadas têm 21% mais lucratividade e 17% mais produtividade. (Gallup)
- Colaboradores que acreditam no propósito da empresa têm 5 vezes mais probabilidade de permanecer no emprego por mais tempo. (Deloitte Insights)
- 74% dos entrevistados dizem que são mais propensos a permanecer numa empresa que investe consistentemente em aprendizado e desenvolvimento. (Devlin Peck)
- Organizações com forte cultura de aprendizagem têm taxas de retenção 30% a 50% maiores do que empresas que não investem em T&D. (Devlin Peck)
- 81% das empresas priorizam satisfação no trabalho, 80% a cultura organizacional e 79% a qualidade da liderança como indicadores-chave de engajamento e retenção. (LG HR Strategy 2025)
- A taxa de desligamento voluntário mantém-se alta, com cerca de 36 milhões de funcionários se desligando a cada ano; o custo de turnover é estimado em 33% do salário-base, com custos indiretos como perda de produtividade e lacunas de conhecimento. (2025 Retention Report)
- Para substituir um funcionário que ganha US$ 50.000 anuais, o custo de reposição pode chegar a US$ 16.500 ou mais. (2025 Retention Report)
- Colaboradores com experiência positiva no trabalho têm 16 vezes mais engajamento e 8 vezes mais probabilidade de querer permanecer na empresa em comparação com quem tem experiência negativa. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 58% dos colaboradores recebem feedback formal apenas uma ou duas vezes por ano; 20% não tiveram nenhuma reunião de desenvolvimento de carreira nos últimos 12 meses — enquanto apenas 3% dos profissionais de RH acreditam que isso ocorre. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- O feedback formal é fornecido predominantemente pelo gestor direto (68%) e por gestores seniores (50%); feedback estruturado entre pares é reportado por apenas 15% das organizações. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 31% dos colaboradores receberam avaliação acima da média segundo o RH — mas 37% dos próprios colaboradores acreditam que seu desempenho supera as expectativas. Esse desalinhamento, quando não endereçado com frequência e clareza, gera frustração e impacto direto na retenção. (HR Monitor 2026, McKinsey)
Crescimento estratégico da área de T&D para 2026
- Organizações investem hoje 2,9% da receita em T&D — o maior índice já registrado. (ATD)
- 58% dos profissionais de T&D têm assento na liderança executiva — contra apenas 15% em 2021. (LinkedIn)
- 90% dos executivos planejam aumentar o orçamento de upskilling. (LinkedIn)
- 66% dos profissionais de T&D afirmam que a área está se tornando cada vez mais estratégica. (Emerald Works)
- As tecnologias de People Analytics e visualização de dados são prioridade para 49% dos profissionais de RH, seguidas por experiências de funcionários (46%) e IA (42%). (HR.com’s Future of HR Skills and Strategies 2025)
- A adoção de People Analytics ainda está em estágio inicial: as principais dificuldades são falta de ferramentas adequadas (44%), déficit de habilidades analíticas no RH (43%) e dificuldade em obter dados relevantes (35%). (LG HR Strategy 2025)
- 57% das empresas planejam expandir o uso de People Analytics para toda a organização; 55% focam no desenvolvimento de modelos preditivos para melhorar a tomada de decisões. (LG HR Strategy 2025)
- Executivos estão exigindo métricas mais robustas para justificar investimentos em L&D; empresas estão adotando sistemas de análise em tempo real para medir o impacto dos treinamentos no desempenho. (L&D 2025 Trends eBook, Macorva)
- IA é usada para calcular o ROI dos programas de treinamento, garantindo que cada investimento gere impacto real nos resultados do negócio. (L&D 2025 Trends eBook, Macorva)
Estatísticas sobre upskilling para guiar seu 2026
- 55% das empresas já oferecem treinamentos técnicos em IA; 64% vão ampliar esse investimento. (TD.org)
- 74% dos profissionais estão dispostos a aprender novas habilidades para se manterem empregáveis. (Lorman)
- 68% das pessoas preferem aprender no trabalho; 58% querem aprender no próprio ritmo. (FinanceOnline)
- 54% aprenderiam mais se recebessem recomendações objetivas de cursos alinhados à carreira; gestores passam 30% mais tempo aprendendo habilidades interpessoais do que outros colaboradores. (LinkedIn)
- 70% das habilidades são aprendidas no trabalho, 20% com colegas, 10% em treinamentos formais. (Whatfix)
- Profissionais têm menos de 1% do tempo disponível por semana para aprender. (Deloitte)
- 87% dos profissionais de T&D conseguem comprovar valor direto ao preparar colaboradores para assumir novas funções internas. (LinkedIn)
- 88% dos respondentes indicam que colaboradores em suas organizações estão sendo submetidos a upskilling ou reskilling. (Eightfold)
- 63% citam “desenvolver carreira” como principal motivador de upskilling; 61% apontam “reter talentos”. (Eightfold)
- 81% relatam falta de tempo e priorização como maior barreira ao upskilling; 58% citam restrições orçamentárias. (Eightfold)
- 47% afirmam que a cultura da organização apoia upskilling permitindo acesso de todos ao aprendizado. (Eightfold)
- Somente 8% das organizações têm abordagem formal e quase completa de upskilling para IA; 36% não têm plano nem pretendem desenvolver um. (Eightfold)
- 68% concordam que upskilling melhora significativamente o desempenho; 60% concordam que melhora o engajamento; 59% concordam que melhora a retenção de colaboradores. (Eightfold)
- A sucessão e o planejamento de carreira (69%) continuam sendo os maiores desafios do RH, seguidos pelo desenvolvimento de liderança (62%) e retenção de talentos (58%). (LG HR Strategy 2025)
- 56% das empresas têm programas de desenvolvimento de competências, com 92% desses programas focados em treinamentos internos. (LG HR Strategy 2025)
- 51% dos funcionários buscarão novas oportunidades se não houver treinamentos disponíveis para aprendizado e crescimento profissional. (L&D 2025 Trends eBook, Macorva)
- 77% dos funcionários sentem que precisam se adaptar rapidamente a novas formas de trabalho. (L&D 2025 Trends eBook, Macorva)
- Upskilling e reskilling são prioridade crescente: 69% dos respondentes esperam que se tornem mais críticos nos próximos dois anos; 85% consideram o aprendizado no trabalho a forma mais eficaz. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- 81% mencionam falta de tempo e priorização como barreira para o upskilling; 58% citam restrições orçamentárias como obstáculo significativo. (HR.com’s Future of Upskilling and Employee Learning)
- Resolução de problemas é a habilidade mais valorizada para o futuro, citada por 44% dos profissionais de RH; criatividade subiu da 5ª para a 2ª posição; análise de dados e IA se mantém entre as três primeiras. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Letramento digital saltou da 20ª para a 6ª posição entre as habilidades mais valorizadas em um único ano, avanço de 15 pontos percentuais. Habilidades técnicas de execução especializada, como desenvolvimento de software, perderam relevância. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- 23% dos colaboradores globais não têm todas as habilidades necessárias para o seu cargo atual; 22% duvidam que terão as habilidades necessárias em cinco anos. (HR Monitor 2026, McKinsey)
- Se a IA for adotada em ritmo moderado até 2030, até 30% das horas de trabalho atuais na Europa e nos EUA poderão ser automatizadas — mas mais de 70% das habilidades atuais devem se manter relevantes, aplicadas de formas diferentes. (McKinsey Global Institute)
Estatísticas sobre LMS (Learning Management Systems) para saber em 2026
- 83% das empresas utilizam um LMS. (ShareKnowledge)
- 34% das empresas brasileiras já usam plataformas LMS para estruturar universidades corporativas; 38% ainda não usam um LMS, mas planejam implementar. (Twygo Benchmarking de T&D 2024–2025)
- Um LMS leva cerca de 3 meses para ser implementado e 12 a 18 meses para gerar ROI mensurável. (G2)
- 72% das empresas ganham vantagem competitiva após adotar um LMS; 40% das empresas da Fortune 500 utilizam LMS extensivamente. (FinanceOnline)
- 93% das empresas planejam desenvolver treinamentos online ao vivo; 42% das organizações querem atualizar seu LMS. (Brandon Hall / FinanceOnline)
- 30% dos compradores de LMS são empresas de tecnologia; 35% dos usuários principais de LMS são gestores. (Docebo)
- 49% dos colaboradores preferem aprender exatamente no momento da necessidade; 92% das empresas utilizam um LMS há mais de dois anos. (Docebo)
- 88% das empresas trocam de LMS por causa da má experiência de usuário. (Docebo)
Estatísticas de treinamento de compliance
- 27% das empresas relatam ataques ou violações de dados semanais; o phishing representa 83% dos ataques registrados. (DCMS)
- O custo médio anual por problemas de não conformidade é de US$ 14,82 milhões. (Lorman)
- 40% das empresas classificam seus programas de compliance como básicos ou reativos; 23% das organizações não têm plano formal de treinamento de compliance. (Lorman)
- 15% dos colaboradores clicam por obrigação nos treinamentos obrigatórios sem realmente consumi-los; 34% admitem que apenas passam o olho nos conteúdos; 49% não prestam atenção total aos treinamentos obrigatórios. (Corporate Compliance Insights)
- Empresas com práticas fracas de privacidade têm quase o dobro de chance de sofrer violações. (Osano)
- O investimento médio anual em tecnologia de segurança e compliance é de US$ 1,34 milhão; treinamentos robustos de segurança de dados economizam, em média, US$ 2,54 milhões por empresa. (Ponemon)
Estatísticas sobre treinamento de liderança para saber em 2026
- Participantes de treinamentos de liderança melhoram a capacidade de aprendizado em 25% e a performance em 20%. (ResearchGate)
- 83% das empresas acreditam que desenvolver líderes em todos os níveis é essencial — mas menos de 5% aplicam esse desenvolvimento de forma abrangente. (Go Remotely / Apollo Technical)
- 55% dos CEOs consideram desenvolver a próxima geração de líderes seu maior desafio. (Apollo Technical)
- 48% dos líderes querem ser treinados por coaches externos; 48% preferem aprender por projetos e assignments de desenvolvimento; 42% desejam avaliações para diagnosticar suas competências; 39% querem treinamentos formais presenciais. (Apollo Technical / DDI)
- O treinamento em liderança continua sendo prioridade, com foco em soft skills como comunicação, inteligência emocional e resolução de problemas. (Panorama de Treinamento e Desenvolvimento no Brasil 2025/2026)
- Empresas altamente eficazes no desenvolvimento de líderes são 2,3 vezes mais propensas a ter alta performance organizacional — mas apenas 32% das empresas estão nesse patamar. (HR Trends Report for 2025, McLean & Company)
- Primeiros líderes (líderes de primeira viagem) são os menos preparados, o que compromete o sucesso organizacional; programas de liderança precisam ser repensados para incluir futuros talentos. (HR Trends Report for 2025, McLean & Company)
O que fazer com esses dados?
Os dados apresentados neste guia mostram um padrão consistente: organizações que estruturam o desenvolvimento de pessoas com dados, continuidade e integração entre aprendizagem, performance e competências obtêm resultados mensuráveis — em retenção, produtividade e adaptação ao futuro do trabalho.
O gap entre o que o RH acredita que entrega e o que os colaboradores vivenciam não é um problema de intenção — é um problema de estrutura. E estrutura é o que falta quando competências vivem em planilhas, o PDI não sai do papel, a avaliação vai para a gaveta e o treinamento acontece sem conexão com nenhuma dessas camadas.
A Twygo é a nova geração de software para desenvolvimento de pessoas: um ecossistema movido por IA que conecta, em uma única plataforma, aprendizagem contínua com controle real, gestão de competências baseada em dados, PDI vivo e conectado às trilhas, avaliação de desempenho que gera ação, mensuração de eficácia com metodologia Kirkpatrick, onboarding estruturado e plano de sucessão. Tudo integrado, do primeiro acesso ao resultado mensurável.
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Milena Silva 









