Tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026 que você precisa saber
As Tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026 mostram como IA, power skills e aprendizagem contínua estão redefinindo o papel do RH, do T&D e o desenvolvimento humano nas organizações.
As Tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026 deixam claro que o T&D entrou definitivamente no centro da estratégia das organizações.
O mundo do trabalho mudou de forma acelerada, impulsionado pela inteligência artificial, pela complexidade dos contextos organizacionais e por uma força de trabalho cada vez mais diversa, exigente e consciente.
Neste cenário, aprender deixou de ser um evento pontual e passou a ser uma capacidade contínua, crítica para a sobrevivência dos negócios.
Para te ajudar a ficar por dentro dessas tendências para 2026, preparamos este conteúdo foi elaborado com base no e-book Tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026, produzido por Aline Carvalho, Diretora de Gente, Gestão e Frota na Norsul, em parceria com a Twygo, e reúne os principais movimentos que estão redefinindo o papel do RH, do T&D e da aprendizagem corporativa nos próximos anos.
1. Inteligência artificial generativa e a automação cognitiva
A inteligência artificial generativa representa o maior salto no aprendizado corporativo desde a Revolução Industrial.
Diferente das tecnologias anteriores, a IA automatiza tarefas operacionais e o próprio pensamento operacional. O conhecimento técnico se tornou acessível em segundos, reduzindo drasticamente o tempo entre uma necessidade real e o aprendizado necessário para resolvê-la.
Esse avanço cria um novo cenário: saber técnico virou commodity. O diferencial competitivo passa a ser a capacidade humana de julgamento contextual, maturidade emocional, ética e tomada de decisão em ambientes ambíguos.
No T&D, isso de certa forma desmonta o modelo tradicional de LMS estático e acelera a transição para experiências de aprendizagem contínuas, integradas ao trabalho e apoiadas por IA.
2. Adaptive Learning e a personalização real da aprendizagem
Durante anos, personalização foi tratada como segmentação genérica. Em 2026, essa lógica não se sustenta mais.
O adaptive learning parte do princípio de que não existem turmas homogêneas: cada pessoa aprende em ritmo, profundidade e formato diferentes.
Com apoio da IA, os sistemas de aprendizagem passam a ajustar continuamente o percurso de cada colaborador com base em comportamento real, desempenho, contexto e feedbacks constantes.
O resultado é um modelo claro: 1 colaborador, 1 jornada, 1 sistema de feedback contínuo, substituindo grades fixas e planejamentos rígidos que não acompanham a velocidade do mundo.
3. VR e AR como prática imersiva no desenvolvimento de habilidades
Soft skills, ou melhor, power skills, são essencialmente vivenciais e não se desenvolvem apenas com conteúdo expositivo. A realidade virtual e aumentada devolvem ao aprendizado corporativo a prática segura, repetível e mensurável.
Com VR e AR, é possível simular conversas difíceis, conflitos, feedbacks e decisões críticas sem risco psicológico ou exposição pública.
Estudos citados no e-book de tendências de treinamento e desenvolvimento para 2026 mostram que treinamentos em soft skills com VR podem ser até quatro vezes mais rápidos e gerar maior conexão emocional com o conteúdo, além de dados comportamentais antes invisíveis, como hesitação, tom de voz e resposta emocional.
4. Power skills como a nova moeda do trabalho e tendência de treinamento e desenvolvimento para 2026
O termo “soft skills” ficou pequeno para explicar o que realmente sustenta o desempenho humano na Era da Complexidade. Surgem, então, as power skills: competências humanas profundas, raras e difíceis de desenvolver, mas absolutamente críticas.
Adaptabilidade, pensamento crítico, tomada de decisão, gestão emocional, ética, comunicação e resolução de dilemas complexos formam a infraestrutura psicológica do trabalho moderno.
Enquanto hard skills se tornam obsoletas rapidamente, as power skills aumentam de valor com o tempo, pois não podem ser automatizadas e sustentam o comportamento sob pressão.
5. Desenvolvimento profundo e o fim do T&D superficial
Uma das mensagens centrais do e-book é clara: trabalhar comportamento não é o mesmo que trabalhar desenvolvimento humano.
Comportamento é sintoma; desenvolvimento é causa.
Programas de treinamento focados apenas em técnicas visíveis deixam intactas crenças, valores, medos e dilemas que moldam as decisões reais das pessoas.
O T&D de 2026 exige coragem para sair da superfície e entrar em temas mais profundos como identidade, maturidade emocional e responsabilidade individual pelo próprio aprendizado.
Sem isso, o investimento em treinamento continua alto, mas o impacto organizacional permanece baixo.
6. Aprendizagem contínua no fluxo do trabalho como tendência para 2026
Aprender deixa de ser algo separado da rotina e passa a acontecer no próprio fazer. Projetos, desafios reais, dilemas cotidianos e decisões difíceis se tornam as principais plataformas de aprendizagem.
Esse movimento reforça práticas como gig learning, aprendizagem social, mentoria cruzada e comunidades de prática. O trabalho deixa de “consumir” o treinamento. Ele passa a ser o treinamento, conectando desenvolvimento diretamente à estratégia e à execução.
7. O novo papel do RH e do T&D na Era da Complexidade
As tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026 apontam para uma mudança radical no papel do RH. Não basta organizar programas, catálogos e calendários. Agora, o RH passa a ser responsável por criar contextos seguros para aprendizagem, sustentar conversas difíceis, mediar polaridades e liderar transformações humanas reais.
Isso exige que o próprio RH viva o desenvolvimento que propõe, investindo em autoconhecimento, maturidade emocional e capacidade de lidar com tensões sem simplificações.
O protagonismo do RH nasce quando ele deixa de ser apenas operacional e assume seu papel estratégico na evolução das pessoas e da cultura.
8. O paradoxo do desenvolvimento humano em um mundo cada vez mais tecnológico
Quanto mais tecnologia, mais humanidade se faz necessária.
A IA não resolve fragilidades humanas: ela as expõe. Lideranças despreparadas, culturas defensivas e incapacidade de aprender coletivamente ficam ainda mais visíveis.
O grande paradoxo de 2026 é que a tecnologia acelera tudo, mas o desenvolvimento humano continua exigindo tempo, intenção, fricção e reflexão.
Organizações que entendem esse equilíbrio constroem vantagem competitiva sustentável. As que ignoram, apenas acumulam ferramentas sem transformação real.
Quer se aprofundar nas Tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026?
Este conteúdo foi construído com base no e-book Tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026, desenvolvido pela Twygo em parceria com Aline Carvalho, e traz apenas um recorte dos aprendizados e provocações apresentados no material completo.
Para aprofundar cada tendência, acessar dados, exemplos práticos e reflexões mais densas sobre o futuro do T&D, baixe agora o e-book Tendências de Treinamento e Desenvolvimento para 2026 da Twygo e prepare sua estratégia de aprendizagem para a Era da Complexidade.
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Milena Silva 

