Na SumUp, a implementação da Twygo LMS permitiu capacitar eficientemente dezenas de novos consultores, adaptando-se perfeitamente à expansão acelerada da equipe.
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Quem é a SumUp e por que treinamento virou prioridade
Beto contextualiza o cenário da empresa: “a SumUp hoje é uma empresa de soluções de pagamento” e, segundo ele, está presente em muitos países e com uma base grande de clientes. O ponto principal, porém, não está só no tamanho: está no tipo de operação.
O time comercial atua com consultores distribuídos pelo Brasil inteiro, com uma dinâmica de trabalho intensa e uma necessidade constante de padronização de discurso, alinhamento e atualização. Como ele resume, o desafio envolve “treinar, capacitar os nossos consultores” e, ao mesmo tempo, manter o time interno “na mesma página”.
O que mudou com o trabalho remoto e como isso aumentou a demanda por treinamentos
Com a pandemia e o distanciamento social, a empresa entrou em home office e passou a priorizar segurança e saúde. Beto conta que, na prática, isso trouxe um efeito direto na área de capacitação: “o meu lado aqui do treinamento aumentou até mais a minha demanda”.
O motivo foi simples: além dos treinamentos externos (voltados aos consultores), a empresa passou a precisar de mais treinamentos internos para manter processos, comunicação e alinhamento funcionando.
Ao mesmo tempo, o modelo anterior de capacitação não sustentava o crescimento. Para um time que cresce com frequência e está espalhado pelo país, depender de ações isoladas e pouco estruturadas começa a travar a operação.
As dores do negócio antes da plataforma LMS Twygo
Antes de olhar para uma plataforma LMS, o maior ponto de tensão era a escala. Nas palavras de Beto, “a gente tem muitos consultores em campo” e isso torna qualquer modelo manual de treinamento um gargalo.
Além disso, ele descreve um problema típico do mercado: muitas plataformas são pensadas para desenvolvimento interno de colaboradores, com um modelo de cobrança e controle por usuário que não encaixava no contexto da empresa.
Para um cenário com centenas (e potencialmente milhares) de pessoas entrando e sendo cadastradas com frequência, esse modelo se torna difícil de sustentar. Ele explica que “não ficaria sustentável” e que precisava de “um planejamento a médio prazo melhor”.
O que a SumUp estava buscando em uma plataforma LMS
Dois critérios aparecem o tempo todo no depoimento: acesso simples e crescimento sem travas.
Beto descreve que precisava de “uma forma mais clean”, com “acesso mais fácil”, para que os consultores conseguissem entrar, navegar e consumir conteúdo sem depender de ajuda o tempo inteiro.
Também era essencial fugir do modelo que limita o crescimento. Como ele resume, a empresa precisava de uma solução que acompanhasse “a quantidade de consultores… ao longo do tempo”, sem prender a operação em um controle rígido de acessos.
Por que a plataforma LMS da Twygo foi escolhida pela SumUp
Quando o assunto é escolha, a fala de Beto é bem direta: ele procurou uma solução que resolvesse dois problemas ao mesmo tempo.
O primeiro era suportar uma operação com muitos consultores distribuídos e novas entradas frequentes. O segundo era garantir uma experiência simples para pessoas que “não estão necessariamente no dia a dia usando tecnologia o tempo inteiro”.
Na experiência dele, a Twygo passou confiança pela usabilidade: “quando eu conheci para mim pareceu muito tranquilo… essa navegação”.
Como foi a implantação da Twygo e a adaptação dos consultores
Um ponto interessante do depoimento é que a implantação não foi tratada como “colocar uma plataforma no ar” e pronto. Houve um trabalho de educação do público, porque, como Beto comenta, “muito nunca entraram em uma plataforma de treinamento”.
A solução foi criar um caminho simples para o primeiro acesso. Ele conta que preparou um guia prático: “fizemos um guia passo a passo para nossos consultores conseguirem entenderem a plataforma”.
Esse material explicava o básico com clareza, ajudando o consultor a entrar com menos fricção:
- Como fazer o primeiro acesso;
- Como criar ou recuperar senha;
- Como navegar para encontrar os conteúdos.
O efeito prático disso foi reduzir o volume de dúvidas operacionais e, depois do primeiro contato, veio o que toda empresa quer ver: autonomia.
Segundo Beto, “uma vez que eles estão lá dentro, eles estão usando, é muito fácil”.
O formato que funcionou: vídeos, lives e linguagem do dia a dia
Para um time em campo, o formato do conteúdo pesa muito. Beto explica que o público dele prefere aprender por vídeo e que isso tem relação direta com rotina corrida e necessidade de objetividade:
“No vídeo, você consegue mastigar melhor a informação, passar a informação de forma mais objetiva e com a linguagem da realidade do dia a dia dele.”
A estratégia também passou por lives, principalmente para atrair o público para dentro da plataforma. Ele menciona uma ação pontual que funcionou bem: fazer uma live e depois disponibilizar o conteúdo na Twygo, com uma condição prática ligada ao trabalho do consultor:
“Você só pode fazer isso se você tirar o certificado.”
Na prática, o certificado virou um gatilho de engajamento e, ao mesmo tempo, uma forma de garantir que a pessoa passou pelo conteúdo necessário para executar uma atividade (como anúncios em redes sociais, no exemplo citado).
Engajamento na vida real: o que foi testado e o que deu certo
Beto é bem transparente: engajar pessoas em treinamento online exige tentativa, ajustes e consistência. Ele mesmo reforça que está “testando agora o engajamento” para entender quais formatos fazem o conteúdo “grudar”.
Algumas práticas que apareceram como eficientes no dia a dia foram:
- Usar gatilhos práticos ligados ao trabalho, como liberar uma atividade somente com certificado;
- Manter conteúdos objetivos e alinhados à realidade do consultor;
- Criar ações de incentivo no início para ajudar a pessoa a perceber valor logo nos primeiros contatos;
- Buscar formatos mais lúdicos para manter atenção, como “pegar um funil de cozinha” para explicar um funil de vendas.
Ele também traz um ponto que faz muita diferença para quem treina públicos grandes: competir pela atenção é duro. E ele resume isso de um jeito bem direto:
“Eu estou competindo… com Netflix… com novela, futebol… com o celular ou a internet.”
Por isso, no começo, ele defende ações que criem uma troca clara para a pessoa entrar no jogo, entender valor e seguir por conta própria depois.
Resultados percebidos até aqui
Beto separa bem uma coisa: resultados de negócio levam tempo. Ele afirma que ainda está em fase de adaptação, com cerca de alguns meses de uso e ajustes de formato, e que ainda não é o momento de cravar “resultado de negócio”.
Mesmo assim, alguns sinais apareceram rápido e ajudam a entender o impacto do treinamento na rotina:
- Os consultores consumiram conteúdos rapidamente e isso surpreendeu o time;
- Foi possível estruturar um onboarding mais massivo e acelerar a entrada de novos consultores;
- O objetivo de reduzir a curva de aprendizagem começou a ser atendido;
- O engajamento ganhou sinais de “competição amigável” e cobrança entre pares por certificados.
Além disso, a plataforma LMS da Twygo se mostrou estável para o que a empresa precisava: entradas frequentes, crescimento contínuo e cadastros constantes. Beto explica que diariamente tem consultores novos e que a plataforma “tem sustentado bastante isso”.
Suporte, WhatsApp e próximos passos com fóruns
Como o time é grande e distribuído, o suporte também precisa ser prático. Beto descreve que eles usam grupos de WhatsApp, com gestão do time de atendimento, e também utilizam links da plataforma para direcionar o consultor ao conteúdo certo.
Além disso, existem canais internos para suporte técnico e um canal voltado para apoiar vendas. Para o próximo passo, a ideia é amadurecer ainda mais o uso de comunidade dentro da plataforma, com fóruns para dúvidas:
A expectativa é reduzir ainda mais ruído, centralizar perguntas e evitar que informação importante se perca no fluxo rápido do WhatsApp.
O que esse case ensina para quem precisa treinar times grandes e distribuídos
A conversa deixa uma mensagem bem pé no chão: treinar em escala exige clareza, consistência e escolha certa de ferramenta. Não existe fórmula mágica.
No final, Beto reforça que não há atalho e que melhoria acontece no ritmo de quem testa e ajusta:
“Não existe uma regra de ouro… vai ter que fazer… para achar o melhor caminho.”
E, para operações com muita gente entrando, pouco tempo disponível e necessidade de alinhamento rápido, a história mostra por que a Twygo virou uma escolha prática: acesso simples, estrutura para escalar e recursos que ajudam a transformar treinamento em rotina de trabalho — com acompanhamento, certificação e formatos que fazem sentido para o público.